Quizás, quizás, quizás

 

Moda brasileira está mais pra canção popular cubana


 

Que o monstro do mau jornalismo me esqueça, mas o verbo da vez na imprensa de moda brasileira é especular.

 

Desde que a Firjan anunciou na última sexta a mudança de gestão do Fashion Rio só o que se faz na twitteresfera (incluam-se aí de conversas de botequim a sites sérios do setor) é gerar especulação.

 

Até agora já se falou (sem confirmação) que o evento mudaria de data, começando 2 dias antes; de local, indo para o Píer Mauá; de line-up, reduzindo o numero de marcas e conseqüentemente o tempo de duração, entre outras coisas que prefiro não publicar, pois sei bem o poder da palavra escrita.

 

A bomba fashion do fim de semana também vem do Rio, mas passa por São Paulo, Nova York, Londres, Milão  e onde mais existirem fashionistas jetsetters: Eloysa Simão (ex-Fashion Rio, que até o presente momento não se pronunciou sobre isso tudo) assumiria a gestão de moda do Rio Summer, leia-se Nizan Guanaes. Isso porque Nizan e Paulo Borges, o novo diretor criativo do Fashion Rio, andavam se elogiando publicamente na primeiro edição do evento, em novembro passado.

 

Da minha, parte estou "fazendo a Eloysa", calada, esperando pra ver. Sorry, caríssimos, mas não é hora de dizer nada muito sério! Pelo menos não eu!

 



Escrito por Natália DOrnellas às 19h43
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